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Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

11
Nov16

O site das trocas

Filipe

Já conhecem o site das trocas online? É muito fácil de utilizar e o registo também não é nada difícil de fazer. Já troquei imensos livros através desta plataforma digital onde as pessoas são bastante simpáticas e atenciosas no decorrer das trocas. Uma maneira mais económica de trocarmos livros e outros acessórios dos quais já não precisamos, pagando apenas os portes no correio.

Visitem já e boas trocas

 

www.troca-se.pt

 

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10
Nov16

Não deixo morrer as tradições

Filipe

Eu faço parte de um Grupo Folclórico já há 11 anos. Tinha apenas 19 anos quando me fizeram o convite e aceitei com uma ligeira reticencia. Inicialmente iria só experimentar mas por lá fui ficando até hoje, e pretendo continuar por mais 11, 22, 44 anos ou até mais se a minha velhice o permitir.

Confesso que a princípio tive alguma dificuldade em aprender a dançar todas as modas que o rancho tocava e dançava. Tinha pés de chumbo. No entanto, conforme os meses foram passando, comecei a libertar-me mais até me tornar num grande dançarino de modas tradicionais que fizeram parte da juventude dos meus avós e até bisavós, está-me no sangue!

 

Sempre que digo aos meus amigos que danço num Grupo Folclórico, há sempre uma surpresa estampada nos seus olhares. Há quem diga mesmo que é uma seca, um "azeite" como costumam dizer na gíria. Eu não concordo nada com isso. Cada elemento que faz parte do grupo, que já conta com 41 anos de existência, é como se fizesse parte da minha família. Criamos laços de amizade fortes e todos os convívios que fazemos são sempre relembrados com carinho. Com o rancho já conheci terras lindíssimas e já dancei em milhares de palcos diferentes, sempre envergando com muito orgulho o traje que me foi proposto e levando as tradições das nossas terras a todo o país.

 

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09
Nov16

Uma licenciatura é sinal de sabedoria?

Filipe

Recebi uma convocatória do IEFP para comparecer a uma sessão de esclarecimento para integrar uma formação nos próximos dias. Assim como eu, várias outras pessoas de diferentes idades, comparecem no lugar indicado e esperamos até que nos chamaram para nos sentarmos todos numa ampla sala que albergou todas as pessoas presentes.

A Doutora informou-nos das formações existentes assim como dos apoios sociais a que temos direito ao frequentar a mesma, porém, foi interrompida por uma senhora com um discurso um pouco irritante que disse não estar interessada em frequentar formação alguma por já ter duas licenciaturas e porque "não me vão ensinar nada do que eu já não saiba"!

Ora isto levanta algumas questões, entre elas a que considero a mais importante: uma licenciatura é sinal de sabedoria completa?

 

Eu sou da opinião que todos nós estamos sempre a aprender, todos os dias. Eu considero as formações muito importantes, não só por obter mais conhecimentos mas também porque mantém a nossa cabeça ocupada, cria hábitos, faz-nos sair de casa, conhecemos novas pessoas, histórias de vida, criamos amizades, convivemos! O facto de ter duas licenciaturas não a fez diferente dos outros e, por conseguinte, também estava desempregada.

 

06
Nov16

A importância de um abraço

Filipe

Sabiam que um abraço, para além de ser uma demonstração de afeto, também é capaz de prevenir doenças relacionadas com o stress e diminuir a suscetibilidade de contrair infeções, conforme um novo estudo da Psychological Science?

Segundo Sheldon Cohen (professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais na Pennsylvania - EUA) as pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe, da mesma forma que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do stress, em estados de ansiedade e depressão.

 

Para Sheldon Cohen e a sua equipa de pesquisadores, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do stress”.

“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infeções”, diz.

Mais informações aqui.

 

Vai um abraço?

 

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04
Nov16

Viver depois de ti - Jojo Moyes

Filipe

Esta é a história de Louisa Clark, uma jovem com uma vida banal que, quando é confrontada com o desemprego, decide candidatar-se a um cargo de cuidadora de um homem tetraplégico, sem qualquer experiência.

 

Will Traynor vive aprisionado numa cadeira de rodas, precisa de ajuda para levantar-se, para comer, para barbear-se e para se deitar, entre outras coisas que para nós, comuns mortais, são totalmente superficiais. Com um temperamento difícil, Will vive a sua vida de uma forma apática, revoltado com o seu destino. Porém, com a chegada de Louisa, Will suaviza aos poucos o seu caráter e ela aprende a lidar com ele melhor que ninguém.

 

Contudo, o que Louisa não sabe, é que o Will já tem planos para a sua vida, planos esses que, ao descobri-los, a deixam em choque e tenta fazer de tudo para os mudar.

É um livro maravilhoso que recomendo vivamente. Uma história marcante que nos deixa a pensar sobre o real sentido da vida.

 

viverdepoisdeti

 

02
Nov16

No supermercado...

Filipe

Gosto pouco de ir às compras, e quando tenho mesmo de as fazer, é sempre uma chatice da qual não tenho lá muita paciência. Nunca sei onde estão as coisas que quero e por isso mesmo ando de corredor em corredor feito uma barata tonta também para ver se não me esqueço de qualquer coisa, o que acontece muito frequentemente. Quando encontro o que eu quero, vejo e comparo todos os preços, quantidades e afins para poupar ao máximo e, por conseguinte, demoro imenso tempo!

 

Quando chego à caixa já vou preparado para todas as perguntas que vou respondendo quase automaticamente, por vezes sem paciência nenhuma.

Funcionária - Boa tarde. Cartão cliente, tem?

Eu - Não.

- Não quer aderir para ter descontos e mais poupanças...

- Hoje não.

- Vai desejar saco?

- Não.

- Quer comprar uma das nossas revistas que têm cupões de desconto e várias receitas muito boas?

- hã... Não.

- Quer levar os pasteis de nata que estão em promoção? Leva 6 e paga só 5.

- Não.

- Vai desejar inserir o número de contribuinte na fatura?

- Não.

- Quer contribuir com 20 cêntimos para ajudar a instituição não sei quantas?

- Sim, pode ser (eu já a perder a paciência).

- São 20,50€. Não tem 50 cêntimos? Assim dava-lhe 30€...

- Não.

- Só um momento que eu tenho que chamar a minha colega para me dar moedas.

(Oh meu Deus!!!)

Passados 2 minutos...

- Obrigado e boa tarde e boa semana.

- Adeus.

 

Eu sei que as funcionárias da caixa são obrigadas a fazerem estas perguntas todas mas é que eu não tenho mesmo paciência!!

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