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Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

29
Ago18

Para onde vão os guarda-chuvas - Afonso Cruz

Filipe

para-onde-vão-os-guarda-chuvas.jpg

 

Sinopse

 

O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.
Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.

 

Toda a gente deveria ler este livro. Toda a gente. Este livro é uma lição de vida para todos nós.

Vi-o na biblioteca e, por curiosidade, peguei nele. Li as primeiras páginas e nunca mais o larguei até o devorar por completo!

É muito bom. Uma escrita fantástica que nos cativa e nos prende do início ao fim. Viajamos até ao oriente e ficamos a descobrir um mundo completamente diferente, com as suas culturas, tradições e costumes. Aprendemos, sonhamos, imaginamos e passamos a ver a vida com outros olhos.

Afinal, para onde vão os guarda-chuvas? Descubram, tenho a certeza que vão gostar imenso de o saber.

 

21
Ago18

Calor e ar condicionado

Filipe

01425_02.jpg

 

Ontem, quando me dirigi ao hiper-mercado para fazer as minhas compras, fui invadido por uma massa de ar frio, quase como se de repente entrasse na Sibéria em pleno pico de inverno, que me gelou até aos ossos! É claro que estou a exagerar um pouco mas, acreditem, que cheguei a sentir frio lá dentro ao ponto de querer sair dali para fora o mais rápido possível.

 

A minha mãe sentiu o mesmo e, ao pronuncia-lo a uma senhora da peixaria, que por sua vez estava vestida com uma camisola de mangas, obteve a seguinte resposta:

- Ó minha linda, tem que ser por causa do peixe - e deu uma risada como se tivesse acabado de dizer a piada mais engraçada do mundo.

Ok, eu até concordo que é necessário manter os produtos o mais fresco possível, mas é mesmo necessário assim tanto?!

- Vamos embora que eu estou cheia de frio! - disse-me a minha mãe enquanto colocava as últimas compras no cesto. Os meus pés pareciam cubos de gelo.

 

Ao sairmos do estabelecimento, foi como se entrássemos dentro de um forno prontos a sermos cozinhados com batatas e vinho branco.

- Meu Deus, não se aguenta este calor!

Não se aguenta o calor e também não se aguenta o ar condicionado em excesso. Parece que anda tudo em extremos.

 

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