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Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

Filipe

Aquilo que penso. Aquilo que sinto. Aquilo que sou.

08
Dez17

A moda do natal

Filipe

Ainda me lembro, e não foi assim há muito tempo, que quando chegava a época do natal já andava de olho nos pinheiros mais bonitos, mais frondosos, para se tornar na árvore de natal lá de casa. Após uma escolha exigente, lá ia a minha mãe pelo mato adentro, seguida por todos nós, de foice na mão para a cortar e levar para casa.

Depois de enterrada e bem segura num grande vaso de terra, começávamos a decora-la com todos os motivos natalícios que tínhamos e guardávamos ano após ano, de variadas cores e feitios. As luzes ficavam sempre para o fim, e quando as ligávamos, cantávamos as canções de natal que conhecíamos ao redor dela.

 

Nos dias que correm, as coisas não são bem assim, e acreditem que tenho muitas saudades da simplicidade de outrora. As árvores são pré-fabricadas, vendidas a preços que considero exorbitantes, onde é preciso muita paciência para as montar. As decorações de agora devem ter estilo e todos os anos diversificadas. Este ano a árvore terá tons de vermelho, para o ano de dourado, e para o ano a seguir será prateado...

As minhas decorações são sempre as mesmas mas, a árvore é de plástico, pois tive que me render às evidências.

 

A magia do natal já não é o que era, e mais não digo pois este assunto daria pano para mangas. O natal virou moda e isso entristece-me.

03
Jul16

O que se passa com as mães deste país?

Filipe

Por norma já não vejo muito o telejornal. Vê-lo deixa-me num estado de preocupação, de desânimo, por aquilo em que a nossa sociedade se está a tornar. E então, ultimamente, tem sido uma desgraça completa de crimes hediondos.

 

O que se passa com as mães deste país? Volto a perguntar, desta vez em negrito, a cor do luto por todas as crianças que têm sofrido horrores nas mãos destas progenitoras. Aliás, chama-las de mães é uma ofensa para todas as mães com um M grande que certamente ainda existem, não só neste país, mas também por esse mundo fora.

 

Eu não sou pai. Não sei qual o sentimento de amor por um filho, mas faço ideia de que seja um amor tão grande, incondicional, capaz de tudo! E não acredito, nem por um momento, que esse amor seja capaz de matar, por qualquer razão.

 

E fico por aqui, pois não me quero alongar muito mais neste assunto. Quero apenas, desta forma simples, mostrar a minha solidariedade para todos os anjos que partiram e que nos deixam o coração mais pesado, sabendo desta triste realidade que está a ensombrar o nosso país.

 

palavra-mae-decorativo.jpg

 

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